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Manifestação

Senador Eduardo Girão participa de ato em Brasília pelo fim da corrupção

Entre as reivindicações está a instauração de uma CPI para investigar a conduta de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o fim do Foro Privilegiado

23/09/2019 08h33
Por: Redação Ceará em Destaque
(Imagem: Jefferson Rudy/Agência Senado Fonte: Agência Senado)
(Imagem: Jefferson Rudy/Agência Senado Fonte: Agência Senado)

O senador cearense Eduardo Girão está entre os representantes do movimento "Muda, Senado! Muda, Brasil", que vai promover no próximo dia 25 de setembro, em Brasília, ato em repúdio às ações que interferem no processo de transparência da política brasileira. Entre as reivindicações está a instauração de uma CPI para investigar a conduta de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o fim do Foro Privilegiado. 

A manifestação vai ocorrer na Praça dos Três Poderes, cartão-postal de Brasília que concentra em um mesmo espaço, os órgãos do legislativo, executivo e judiciário. O ato deve contar com a presença de vários outros senadores que também fazem parte do movimento, que reúne parlamentares de vários estados com o objetivo de sensibilizar os três poderes da república e fortalecer o combate à corrupção. 

Essa semana o ministro do STF, Gilmar Mendes, disse que a iniciativa do grupo era inconstitucional e que a CPI seria arquivada quando chegasse ao Supremo. Girão classificou a fala de Gilmar como uma "afronta". O senador cearense é a favor processo de impeachment de ministros do STF. "O que queremos é um Brasil livre da corrupção, por isso estaremos com a população nas ruas, para exigir essas causas", frisou Girão.

Eduardo Girão, junto com os outros senadores do Movimento definiu estratégias para fortalecer o ato. Girão destacou que ônibus estarão saindo do Ceará para participar do movimento e convocou a população através de suas redes sociais. "Esses poderes precisam ser sensibilizados urgentemente para essa chaga do Brasil que é a corrupção ser extinta, então é importante que a gente investigue os tribunais superiores e o Supremo Tribunal Federal".

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