Bolsa Família tem novo valor mínimo de R$ 691 e calendário de pagamentos é antecipado em outubro
Rajuste de 15,04% já começou a valer; depósitos de outubro serão concentrados nos dias 19,20 e 21

O Bolsa Família começou a ser pago em outubro de 2026 com uma mudança importante para milhões das famílias brasileiras: o valor mínimo garantido passou de R$ 600 para R$ 691, após reajuste de 15,04% anunciado pelo governo federal.
A atualização também elevou os valores dos benefícios adicionais destinados a crianças, gestantes, nutrizes e adolescentes. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, os novos valores têm como objetivo preservar o poder de compra das famílias diante da inflação acumulada.
Confira os novos valores do Bolsa Família
- Valor mínimo por família: R$ 691.
- Benefício por integrante da família: R$ 164.
- Adicional para crianças de até 7 anos incompletos: R$ 173 por criança.
- Adicional para gestantes, nutrizes e crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos: R$ 58 por integrante elegível.
O valor total recebido varia conforme a composição familiar e os benefícios adicionais a que cada família tem direito.
Pagamentos de outubro têm novas datas
O governo federal anunciou a concentração do calendário de pagamentos de outubro em três dias, como medida preventiva diante dos possíveis impactos do fenômeno climático El Niño.
Confira as datas:
- 19 de outubro: beneficiários com NIS final 1.
- 20 de outubro: beneficiários com NIS final 2.
- 21 de outubro: beneficiários com NIS finais 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.
Famílias de municípios com situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos pelo governo federal podem ter o pagamento unificado no primeiro dia do calendário.
A medida de concentração dos pagamentos também está prevista para novembro e dezembro de 2026.
Como consultar o benefício?
Os beneficiários podem verificar o valor liberado, a data de pagamento e outras informações pelos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem. Também é possível buscar orientações pelo telefone 121, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, ou pelo 111, da Caixa Econômica Federal.
É importante manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as exigências de saúde e educação previstas no programa.
